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Paisagismo · ORGNC

Paisagismo para empreendimentos e casas

Projetos de paisagismo em todas as escalas, do pequeno jardim ao parque, passando por casas, loteamentos e condomínios. Partimos do terroir do lugar, priorizamos espécies nativas e entregamos um projeto viável de executar.

Vista aérea da Orla de Itapema com o paisagismo projetado pela ORGNC

01 — Conceito

O que é paisagismo para empreendimentos e casas

É o projeto das áreas abertas de um empreendimento ou de uma casa: ruas, praças, parques, jardins e áreas de lazer, esportivas e de convivência. Vai além de escolher plantas. Define como a água escoa, onde há sombra, como as pessoas caminham e permanecem, que espécies se adaptam ao lugar e quanto tudo isso vai custar para implantar e manter.

Num loteamento ou condomínio, o paisagismo é a paisagem real que o comprador encontra ao chegar e que acompanha, todos os dias, quem mora ou passa pelo lugar. Esse impacto pesa na percepção de valor e no preço de venda dos lotes. Por isso ele precisa nascer junto com o urbanismo e a infraestrutura, não depois. Se ainda estiver em dúvida sobre o escopo, vale ler a diferença entre paisagismo e jardinagem.

02 — Camadas

O que um projeto de paisagismo resolve

Paisagismo não é só jardinagem. É projetar camadas que precisam conversar entre si desde o início:

  • Vegetação. Como no terroir de um vinho, as plantas respondem ao solo, ao clima e à insolação do lugar. Escolhemos as espécies por isso e pela função do espaço, não só pela beleza.
  • Mobiliário. Bancos, pergolados, lixeiras e equipamentos de lazer que integram conforto, durabilidade e conceito.
  • Iluminação. Segurança para quem circula à noite e cenários que valorizam volumes, caminhos e fachadas.
  • Irrigação. Sistemas dimensionados para cada canteiro, que mantêm a vegetação saudável sem desperdício de água.
  • Drenagem. Soluções que evitam acúmulo de água e ajudam o terreno a infiltrar e conduzir a chuva.
  • Construções. Caminhos, rampas, escadas, muros, decks, pérgolas, caramanchões, contenções e outras estruturas que organizam o fluxo e o uso do espaço.

03 — Clientes

Para quem projetamos

  • Loteamentos e condomínios: arborização das vias, acessos, bolsões de estacionamento, canteiros, parques e áreas de lazer, esportivas e de convivência.
  • Áreas públicas: orlas, parques e praças, com passeios, mobiliário urbano e vegetação nativa.
  • Empresas: sedes, áreas corporativas e comerciais que querem mais presença de natureza.
  • Casas, na cidade ou no campo: jardins, áreas de lazer e a relação da casa com o terreno e a paisagem ao redor.
  • Áreas rurais: masterplans de sítios e chácaras, com infraestrutura e faseamento.

04 — Processo

Como trabalhamos

O projeto é feito por uma equipe multidisciplinar de paisagistas, arquitetos e engenheira agrônoma. Assim, solo, vegetação, água e desenho são pensados juntos, e não em etapas isoladas.

  1. Leitura do território. Os condicionantes geográficos do lugar: topografia, solo, água, vegetação existente, clima, visuais, o entorno imediato do lote e o programa do empreendimento ou da casa.
  2. Conceito. Buscamos referências nacionais e internacionais, definimos a estética e a linguagem geral e reunimos tudo num moodboard que orienta as próximas etapas.
  3. Anteprojeto. Plantas preliminares, conforme o manual do CAU. É uma entrega simplificada, mas técnica: informações gerais, plantas, elevações e imagens do desenho, do mobiliário e da vegetação.
  4. Projeto executivo. Um passo além, também conforme o manual do CAU: todas as definições e soluções para a execução, prontas para orçar e executar.
  5. Apoio à implantação. Esclarecimento de dúvidas e ajustes quando a obra encontra imprevistos.
Masterplan paisagístico de sítio em Farroupilha

05 — Entregas

O que entregamos

A entrega varia conforme o escopo contratado. Abaixo está o escopo mais completo, o do projeto executivo:

  • Plantas de implantação, vegetação, pisos e mobiliário.
  • Detalhes construtivos e memoriais descritivos.
  • Quantitativos para orçamento e compra de mudas e materiais.
  • Compatibilização com drenagem, irrigação e iluminação.
  • Imagens e vídeos para apresentação e venda.
  • Se contratado, desenvolvimento em BIM, para compatibilizar o paisagismo com os projetos complementares.

06 — Vegetação

Espécies nativas

As espécies variam conforme o conceito e a proposta do cliente, mas, de forma geral, priorizamos as nativas do lugar. Elas se adaptam melhor ao clima e ao solo e pedem menos irrigação e manutenção. E o papel biológico delas é enorme: são alimento e moradia para a fauna local. Na Orla de Itapema, 100% das espécies são nativas, entre forrageiras, arbustivas, arbóreas e palmeiras. Nos loteamentos Novo Chuí, cerca de 90%.

A escolha também considera porte, sombra, época de floração e o caráter que cada espaço deve ter. Para entender as linguagens possíveis, veja os estilos de jardins mais falados.

Canteiros com espécies nativas na Orla de Itapema

07 — Água

Água, drenagem e contenção

Água mal resolvida é um dos problemas mais caros de um empreendimento. No projeto, o paisagismo trabalha junto com a drenagem: taludes, canteiros e áreas verdes ajudam a infiltrar e conduzir a água da chuva, em vez de só escoá-la.

No parque do Novo Chuí 01, um lago de contenção virou o ponto central do espaço, com anfiteatro e ciclovia ao redor. No Novo Chuí 02, uma servidão recebeu uma biovaleta, um canal vegetado que conduz e filtra a água. Se o seu terreno sofre com isso, leia também seu terreno fica alagado?

Parque do loteamento Novo Chuí com lago de contenção

08 — Custo

Custo de execução e manutenção

Um bom projeto de paisagismo diz quanto vai custar antes de a obra começar. Os quantitativos permitem orçar com precisão. Em projetos de masterplan, apresentamos também o faseamento da implantação com valores preliminares, para que o investimento acompanhe as etapas do empreendimento.

A manutenção também entra no desenho: espécies adaptadas, irrigação só onde precisa e soluções resistentes ao uso diário reduzem o custo ao longo dos anos.

E o retorno aparece além da obra: áreas verdes bem resolvidas estão entre os itens que mais valorizam um loteamento ou condomínio, tanto na venda quanto ao longo dos anos de uso.

Porto AlegreCaxias do SulSantiagoSanto ÂngeloChuíQuinze de NovembroFlorianópolis e São JoséMaravilhaItapemaNova PetrópolisFarroupilhaFlores da Cunha

Onde já atuamos

Até 2026, projetamos mais de:

70 ha

de projetos de paisagismo

80.000 m²

de projetos arquitetônicos e de interiores

Distribuídos pelo Rio Grande do Sul e por Santa Catarina — e, em paisagismo, abertos a projetos em todo o Brasil.

Felipe Ariel Köhler, arquiteto e paisagista da Orgânico Arquitetura

Coordenação técnica

Felipe Ariel Köhler

Arquiteto e urbanista · Paisagista · Fundador da ORGNC

À frente da Orgânico Arquitetura desde 2018. A natureza sempre esteve presente na sua rotina, e o interesse pela biofilia o levou a estudar por que ambientes com vegetação fazem tão bem às pessoas. Hoje coordena uma equipe multidisciplinar de paisagistas, arquitetos e engenheira agrônoma, em projetos que vão de arquitetura, interiores e jardins residenciais ao parque urbano.

  • Registro no CAU — nº A159344-7
  • Arquitetura e Urbanismo — URI, Santiago/RS
  • Pós-graduação em Paisagismo e Iluminação — Faculdade Unyleya
  • Pós-graduação em Projeto de Paisagismo — Faculdade Metropolitana
  • Perfil no LinkedIn ↗
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Projetos de paisagismo

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09 — Dúvidas

Perguntas frequentes

Quanto tempo leva um projeto de paisagismo para um loteamento?

Depende da área e do nível de detalhamento. Nos nossos projetos de loteamentos e orlas, entre 45.000 e 150.000 m², o prazo ficou entre 3 e 6 meses do estudo ao executivo.

Vocês fazem projetos de paisagismo em outros estados?

Sim, atendemos empreendimentos e casas em todo o Brasil. Já temos projetos no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, como a Orla de Itapema e os loteamentos Novo Chuí. O trabalho combina visitas técnicas ao terreno nas etapas-chave com reuniões e entregas on-line.

O projeto já sai com o orçamento da obra?

O projeto executivo traz os quantitativos de mudas, pisos e mobiliário, que são a base do orçamento. Em masterplans, apresentamos também o faseamento com valores preliminares de execução.

Por que usar espécies nativas?

Porque se adaptam ao clima e ao solo locais, pedem menos água e manutenção e fortalecem a fauna da região. O resultado é um paisagismo que se sustenta com menos custo ao longo do tempo.

Qual a diferença entre paisagismo e jardinagem?

O paisagismo projeta o espaço como um todo: usos, percursos, água, vegetação e mobiliário. A jardinagem cuida da execução e da manutenção das plantas. Explicamos em detalhe neste artigo.

Como são escolhidas as espécies de um projeto?

Pelo clima da região, pela insolação de cada área, pelo tipo de solo e pela função do espaço: sombra, barreira de vento, floração, alimento para a fauna. Também pesa o nível de manutenção que o empreendimento consegue garantir depois da entrega.

Como o paisagismo torna o empreendimento mais sustentável?

Com espécies nativas, irrigação só onde precisa, drenagem que infiltra a água da chuva e manejo adequado do solo. Isso reduz o consumo de água e o custo de manutenção, e aumenta a biodiversidade do lugar.

E se o seu próximo empreendimento começasse pela paisagem?

Orgânico Arquitetura · Caxias do Sul — RS

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